A eternidade pode ser um instante.  (Frases) escrito em quarta 01 setembro 2010 05:58

... Um instante eterno, onde o tempo é efêmero, só o sentimento pondera, o amor impera. (P.G.)

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Ela/Ele - (acho que perfeito prá mim, pra nós amor)  (Música) escrito em terça 31 agosto 2010 11:00


Ela via o mundo
Ele via o mundo
Viam sob a mesma luz
Isso é tudo e era tudo que havia entre os dois em comum
Se conheceram no inverno de 2002
No vento um prelúdio do que viria depois

Do frio
Desculpa se fez pra ele estender seu casaco nos ombros dela

O inverno então se desfez
Quando ela em troca lhe deu com o olhar um abraço

Ele era um aspirante a poeta
Ela era a inspiração
E pra ele qualquer coisa nela despertava uma canção
Ela que sempre buscava em tudo um porque
Com ele bastava estar, sentir e viver

O tempo
Voava pros dois
E nem todo tempo do mundo seria o bastante
Os dias vividos a dois, provavam que a eternidade é só um instante

Ela já quis ser de tudo e até sonhou em ser piloto de avião
Finalmente alcançou o céu no instante em que ele lhe pediu a mão

Três letras ela respondeu
Na mais linda música se transformou sua voz
Enfim não haveria mais qualquer fragmento de vida, vivido a só

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O amor!  (Rir é mesmo o melhor remédio...) escrito em segunda 30 agosto 2010 06:38

- O amor não faz brotar uma nova pessoa dentro de você. O nome disso é gravidez. O amor é outra coisa.

- O amor não retribui suas declarações. O nome disso é restituição de imposto de renda. O amor é outra coisa.

- O amor não te faz ver tudo com outros olhos. O nome disso é transplante. O amor é outra coisa.

- O amor não te deixa completamente feliz. O nome disso é Prozac. Amor é outra coisa.

- O amor não te deixa saltitante. O nome disso é Pogobol. O amor é outra coisa.

- O amor não te faz acreditar em falsas promessas. O nome disso é campanha eleitoral. O amor é outra coisa.

- O amor não te faz esquecer de tudo. O nome disso é amnésia. E o Amor, o Amor é outra coisa.

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O inacabado que há em mim! Fábio de Melo  (Artigos) escrito em quinta 26 agosto 2010 04:37

Eu me experimento inacabado. Da obra, o rascunho. Do gesto, o que não termina.
Sou como o rio em processo de vir a ser. A confluência de outras águas e o encontro com filhos de outras nascentes o tornam outro. O rio é a mistura de pequenos encontros. Eu sou feito de águas, muitas águas. Também recebo afluentes e com eles me transformo,
O que sai de mim cada vez que amo? O que em mim acontece quando me deparo com a dor que não é minha, mas que pela força do olhar que me fita vem morar em mim? Eu me transformo em outros? Eu vivo para saber. O que do outro recebo leva tempo para ser decifrado. O que sei é que a vida me afeta com seu poder de vivência. Empurra-me para reações inusitadas, tão cheias de sentidos ocultos. Cultivo em mim o acúmulo de muitos mundos.
Por vezes o cansaço me faz querer parar. Sensação de que já vivi mais do que meu coração suporta. Os encontros são muitos; as pessoas também. As chegadas e partidas se misturam e confundem o coração. É nesta hora em que me pego alimentando sonhos de cotidianos estreitos, previsíveis.
Mas quando me enxergo na perspectiva de selar o passaporte e cancelar as saídas, eis que me aproximo de uma tristeza infértil.
Melhor mesmo é continuar na esperança de confluências futuras. Viver para sorver os novos rios que virão.
Eu sou inacabado. Preciso continuar.
Se a mim for concedido o direito de pausas repositoras, então já anuncio que eu continuo na vida. A trama de minha criatividade depende deste contraste, deste inacabado que há em mim. Um dia sou multidão; no outro sou solidão. Não quero ser multidão todo dia. Num dia experimento o frescor da amizade; no outro a febre que me faz querer ser só. Eu sou assim. Sem culpas.

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Porque metade de mim é amor, e a outra metade também!  (Fotos) escrito em terça 24 agosto 2010 04:39

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